domingo, 20 de dezembro de 2015

Queijo e drogas pesadas ativam a mesma região do cérebro, afirma estudo

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, queria analisar a relação entre o consumo de certos alimentos e entender o porquê de algumas comidas serem mais viciantes que outras. Para isso, a equipe usou um ranking que dispõe o caráter aditivo dos alimentos desenvolvido pela universidade de Yale.
Nos dois grupos de estudo, um composto por estudantes universitários e outro por adultos de diversas faixas etárias, o queijo ficou em uma das primeiras posições da escala. Os outros alimentos mais viciantes da lista também tinham o derivado do leite em sua composição.
Segundo o estudo, a potência do alimento vem de uma proteína chamada caseína, capaz de ativar os receptores de opioides no cérebro e causar a dependência, efeito semelhante ao das drogas. Erica Schulte, uma das autoras da pesquisa, publicada no Public Library of Science One, destaca “a gordura tem papel importante nos distúrbios alimentares, estejam eles envolvidos ou não com o vício em certas comidas.”

Isso mesmo amigos, queijo é um dos alimentos mais viciantes que se pode ingerir. Enquanto isso membros da seita LCHF estão propagando que carboidratos complexos viciam, é de matar!
Moral da história: coma seus carboidratos, eles NÃO viciam e são essenciais a sua saúde.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

A dieta mais perigosa do mundo: Paleo ?

Hoje temos mais uma evidência de que a dieta paleo é perigosa.
Especialistas afirmam que as carnes processadas tão queridas pelos adeptos da dieta causam CÂNCER e possivelmente carne vermelha também.
Até agora repercussão nenhuma no meio paleo. Por que será?



Carne processada causa câncer como cigarro, alerta OMS





quarta-feira, 22 de julho de 2015

A VOLTA DE DR GOMES

Olá pessoal, sentiram minha falta ? Eu sei que sim!

Primeiramente gostaria de dizer que acabo de passar por uma experiência com alimentação LCHF cetogênica e vocês terão meu relato em detalhes sobre esta sofrida experiência .

A REDENÇÃO DA GORDURA

Por curiosidade e para ter maior embasamento eu acabo de ter uma - curta, diga-se de passagem - experiência com a dieta cetogência LCHF.
Fiquei um pouco mais que 5 semanas comendo muito pouco carboidrato e muita gordura, e proteína moderada.
A princípio foi terrível, sentia muita fraqueza, meu pensamento estava lento e confuso, e dormia muito. As visitas ao banheiro foram reduzidas drasticamente. E passei a ter mau hálito e mau odor corporal.
Algumas coisas melhoraram ao decorrer do tempo, outras nem tanto, e outras não mudaram nada.
Perdi 4 kg muito rápido, entretanto acredito que a metade tenha sido em líquidos. Porém depois disso não emagreci mais nada, o que foi bastante frustrante ficar semanas sem perder peso e sem nenhuma alteração corporal perceptível.

Bem, acredito que essa alimentação funcione melhor para aqueles que têm sobrepeso e sejam sedentários. (Pessoas essas que emagrecem fazendo pequenas alterações como por exemplo consumir alimentos integrais ou fazer caminhadas ou parar de comer porcarias). Eu como já sou magro e quero perder apenas uma gordurinha localizada na barriga, e como pratico exercícios cerca de 5 vezes por semana não me adaptei bem a este tipo de alimentação.

Ficou claro para mim que essa alimentação não traz saúde sustentável a longo prazo. Porque:

- Você precisa se exercitar para ser saudável. E para se exercitar você de preferência deve comer carboidratos para um bom desempenho atlético.
- A dieta é muito restritiva. Alimentos gordurosos muitas vezes são usados em excesso, e geralmente no lugar de carboidratos que seriam muito mais nutritivos e adequados.
- Acabei ficando viciado em gordura, o que consequentemente não me fazia deixar perder peso por ser extremamente calórico.
-Você basicamente não sente fome nessa alimentação. O que pode ser bom para um doente ou anoréxico, porém não para quem busca saúde sustentável.


VOLTANDO PARA CASA (CARBO-SANIDADE)

Estou voltando a adicionar carboidratos na minha alimentação e vou diminuir a gordura. Já estou comendo arroz integral e batata doce, Deus, como é bom estar de volta em casa! Não vejo a hora de ter energia suficiente para voltar a correr!
Terei que superar meu novo vício em gorduras saturadas, porém sou um cara forte e irei sair dessa!


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domingo, 29 de junho de 2014

CARDIOLOGISTAS ALERTAM QUE NOTÍCIAS FALSAS NA INTERNET PODEM RESULTAR EM MORTES A LONGO PRAZO

"A Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC - lançou um alerta sobre notícias sem embasamento científico que estão circulando na Internet, segundo as quais o alto índice de colesterol não seria fator de risco para o infarto.



“Esse tipo de notícia pode levar o público a baixar a guarda contra o maior fator de risco para o infarto e um dos mais importantes para os acidentes vasculares cerebrais. Juntas, estas doenças respondem por cerca de 2/3 das mais de 350 mil mortes cardiovasculares que ocorrem no Brasil a cada ano”, disse o presidente do Departamento de Aterosclerose da SBC, José Rocha Faria. E o infarto é causado por placas de gordura que bloqueiam uma coronária “e cujo principal componente é o colesterol”.

A SBC, que congrega 14 mil cardiologistas brasileiros, lembra que após mais de duas décadas de intensa divulgação dos fatores de risco cardiovasculares, começa a colher os primeiros resultados. “O número de mortes por infarto começou a baixar no sul e sudeste, mas ainda cresce no norte e nordeste”, diz o especialista. Justamente para dar aos médicos a informação precisa do que fazer em relação ao colesterol, o Departamento divulgou recentemente a ‘V Diretriz Brasileira para Tratamento das Dislipidemias (colesterol fora do nível recomendado) e Prevenção da Aterosclerose”.

A nova Diretriz recomenda não apenas o acompanhamento do nível de colesterol, mas de suas frações, especialmente do chamado ‘colesterol ruim’, o LDL, cujo índice ótimo é abaixo de 100 mg/dl.

A manifestação da SBC vem em resposta a um vídeo muito divulgado nos últimos dias no You Tube, onde um cardiologista que não é filiado à SBC dá a entender que a valorização do nível de colesterol para prevenir o infarto é decorrência de uma campanha do ‘medicamento mais vendido na história’, uma estatina recomendada para baixar o colesterol. A SBC diz que esta afirmação é mentirosa, e as demais afirmações do vídeo também não honram a verdade. Um exemplo é a afirmação de que os japoneses e os esquimós, que comeriam muita gordura saturada, nem por isso costumam ter infarto, o que não é verdade, no Japão a base da alimentação é o arroz, carboidrato, portanto, enquanto o LDL médio dos esquimós é abaixo de 70.

A SBC insiste também que a base de toda a prevenção cardiovascular é com a adoção de estilo de vida saudável, com dieta adequada, prática corriqueira de atividade física, cessação de tabagismo e manutenção de peso corpóreo adequado. A opção medicamentosa para controlar o colesterol é feita em casos específicos, enquanto a recomendação básica é que se evite o alto nível de colesterol com boa alimentação. Entretanto, nos pacientes de maior risco cardiovascular, em especial aqueles que já tiveram manifestação de entupimento das artérias ou com múltiplos fatores de risco, a redução do LDL com o uso de estatinas está claramente associada a redução do risco de morte súbita, infarto e derrame. Essa tese, há muito esposada pelos especialistas e insiste em criticar artigos sem base científica, como no passado o suco de berinjela ou a ingestão de água oxigenada, que hoje fazem parte do folclore, mas que causaram prejuízo à saúde de muita gente.

Finalmente, a SBC recomenda que, para esclarecer suas dúvidas, os pacientes consultem seus cardiologistas e acessem o site da instituição, www.cardiol.br, que é o endereço eletrônico mais procurado e premiado na América Latina entre os muitos que divulgam as recomendações para se manter um coração saudável."

>>http://www.segs.com.br/so-saude-segs/163688-cardiologistas-alertam-que-noticias-falsas-na-internet-podem-resultar-em-mortes-a-longo-prazo.html

sábado, 7 de junho de 2014

O quê o bicho preguiça nos ensina sobre metabolismo


"Seu metabolismo é tão baixo que eles podem demorar meio minuto pra mover alguns centímetros da perna. Seu sistema digestivo é tão lento que eles precisam apenas evacuar uma vez por semana. Eles até espirram lentamente."

Não é interessante que o mamífero com a menor taxa metabólica (diferente dos animais que hibernam, que ficam tão sem vida que parecem até um defunto), é o animal mais notório por ter bem próxima de zero vitalidade, vigor, velocidade e força?

O bicho preguiça tem a menor taxa metabólica de qualquer mamífero - e a temperatura corporal de seu corpo é de abaixo de 30 graus centígrados.

E com esse metabolismo lento vem todas as características de preguiça incluindo tempo de trânsito de até 30 dias (é o tanto tempo que leva para a comida que eles comem sair pelo outro lado, e VOCÊ pensava que estava constipado!), eles dormem cerca de 14-16 horas por dia, tem muito pouca massa muscular, força, energia ou velocidade - e gastam a maior parte do seu tempo conservando energia como muitos humanos com um metabolismo extremamente lento.

Sim, são 30 dias para botarem o café da manhã para fora. Eles comem, e a comida leva 30 dias para sair pois a digestão é muito lenta. E você realmente acha que a constipação é devida a falta de fibras? Eu garanto que bicho preguiça come bastante fibra. Eles comem basicamente folhas!

Enquanto isso é apenas um exemplo de quão crucial é o metabolismo em diversas funções biológicas, é um exemplo poderoso. Se torna ainda mais poderoso quando você contrasta a preguiça com a criatura com a maior taxa metabólica - o beija-flor, que come mais que seu peso corporal em comida todo dia.

Na verdade, o beija-flor tem que desacelerar o metabolismo em 90% para sobreviver a noite sem morrer de fome! Imagine ter um metabolismo tão alto que em algumas horas sem comida durante o dia iriam rapidamente aparentar que você tivesse um transtorno alimentar.

Ah mas o que o metabolismo tem a ver com manutenção de peso? Você só precisa cortar o glúten e controlar a porção! Algumas pessoas realmente acreditam que é exatamente simples assim.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Pensando em adotar a dieta rica em proteína Paleo / Low carb ? Pense novamente!

Pensando em adotar a dieta rica em proteína Paleo / Low carb ? Pense novamente!


Por que comer uma dieta baseada em vegetais e baixa em gordura ? Olhe para a imagem!!

 O que importa é o que está ocorrendo dentro das artérias.
Os tradicionais meios de avaliar a saúde como colesterol, perda de peso, pressão sanguínea, colesterol LDL e HDL nem sempre contam a história toda, por isso promotores da dieta rica e gordura e baixa em carboidratos como Atkins, Paleo e Gary Taubes acham que a dieta funciona, o que eles não sabem é que promove acumulo de placas nas artérias e aterosclerose.

Se você está comendo uma dieta rica em proteína animal, rica em gordura, e pobre em carboidratos saudáveis - seu peso e seu perfil lipídico pode até estar parecendo bom, mas suas artérias não estão!

As dietas LCHF não podem produzir células progenitoras endoteliais (CPEs) que são necessárias para reparar as paredes dos vasos sanguíneos e melhorar a função endotelial.

E a dieta LCHF dobra os ácidos graxos não esterificados (AGNE) o qual promove inflamação e aterosclerose. Se você pensa que dieta LCHF é bom, pense novamente!

E tudo se trata do que está dentro de suas artérias - não apenas o perfil lipídico! Uma dieta baixa em gordura e rica em carboidratos não refinados aumenta essas células progenitoras endoteliais - e mantém as paredes dos vasos sanguíneos saudáveis, flexíveis e resistente a aterosclerose.

A alimentação da população não é rica em carboidratos, como membros da seita Low Carb sugerem, mas sim rica em gordura, e a saturada, a gordura que promove o acúmulo de placas nas artérias.

domingo, 18 de maio de 2014

Desmistificando as dietas da Moda: Dieta sem Carboidrato

"Ao colocar a estética em primeiro lugar, muitas pessoas recorrem a métodos duvidosos, como “dietas da moda”,  para alcançar um ideal de beleza. Para o nutrólogo Antonio Lancha Jr., pesquisador e professor titular na Escola de Educação Física e Esporte da USP, as pessoas procuram dietas por não terem uma educação nutricional adequada.
Grande crítico de dietas em geral, Lancha explica que, por serem estabelecidas por um determinado período, as dietas não alteram significativamente os erros no padrão alimentar, o que acaba levando a pessoa a engordar e ter novamente complicações após o término da dieta.
Ele defende, por outro lado, uma reeducação alimentar, que mude o esqueleto da alimentação, levando em consideração as características e gostos do indivíduo, pois uma alimentação saudável deve estar relacionada ao prazer e não ao sofrimento.
Algumas dietas restritivas em determinados nutrientes, prometendo milagres e tendo como “garotas propaganda” algumas celebridades consideradas modelos de beleza, viraram tendência nos últimos anos.
Sobre a eficiência desses métodos, o nutrólogo alerta que “Toda vez que você faz uma restrição calórica de qualquer natureza, por qualquer nutriente, você acaba provocando redução de peso, o que não significa que houve perda de gordura”. Às vezes, acontece exatamente o contrário, a pessoa consegue reduzir seu peso corporal, mas acaba aumentando sua porcentagem de gordura.
Aproveitando o MÊS SEM DIETAS do Discovery Home & Health*,  nas próximas semanas faremos aqui no site a desmistificação de três dietas bastante populares, mostrando suas falhas e os riscos que elas podem acarretar.
1. O carboidrato como inimigo
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A restrição de carboidrato dificulta a utilização da gordura como fonte de energia
Uma das dietas mais populares dos últimos tempos é a que  restringe e ingestão de carboidratos, principalmente no período da noite. Mas abrir mão de um nutriente tão importante pode ser contraproducente quando o objetivo é perder gordura corporal.
Primeiramente, a restrição de carboidrato, como explica Lancha Jr, “leva a uma grande produção de corpos cetônicos, que são indicativos de que a queima da gordura não está funcionando efetivamente e de que estamos consumindo nossa massa muscular. Ela dificulta a utilização da gordura como fonte de energia, pois o carboidrato  é necessário para oxidar a gordura. “.
Ou seja, para emagrecer de fato (queimar gordura), nós precisamos ingerir carboidrato.
Além disso, o nutrólogo explica que zerar o carboidrato a noite dificulta o estado de sono, “pois a redução de glicose no sangue faz com que o organismo dispare diversos sinais, através de hormônios, para que você busque alimento. Ele dispara um sinal chamado de sistema simpático, que é o sistema de luta ou fuga, e que, uma vez disparado, impede que a pessoa tenha um sono tranquilo”.
Uma outra questão a ser considerada é  que “ao retirar o carboidrato da alimentação, invariavelmente aumentamos o consumo dos outros dois nutrientes fornecedores de energia, Gordura e Proteína”. A gordura, além de ser muito mais calórica, tem a digestão muito mais complexa e lenta, o que também dificulta bastante na hora de dormir.
Evidências científicas mostram que o carboidrato, longe de ser vilão, na verdade é um aliado em uma alimentação saudável. De acordo com Lancha Jr. “o carboidrato é a estratégia fundamental para garantir a queima de gordura e preservar a massa muscular. Ao restringir o carboidrato na alimentação, nós perdemos massa magra e, proporcionalmente, deixamos o organismo mais gordo, mesmo que haja redução de peso.”.
Ele ressalta que “Isso é complicado tanto na questão da saúde como na estética, pois perdendo massa muscular, a pessoa perde o que é popularmente chamado de definição, ou seja, as características de um organismo magro”."

>>
http://discoverymulher.uol.com.br/saude/nutricao/desmistificando-as-dietas-da-moda-dieta-sem-carboidrato/

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Opinião médica sobre Café BulletProof

http://www.medpagetoday.com/AACEVideoConferenceReporter2014/MeetingCoverage/AACE-Videos/537

Fica o conselho para os membros da seita lowcarb/paleo, não façam/bebam essa receita!!

Glúten faz mal? Parte 2

Eliminar glúten não traz benefícios para pessoas saudáveis

O glúten é o que dá a textura 'fofinha' aos pães e massas  (Foto: Juan Antonio Capó/Flickr/Creative Commons)
"E Mas a não ser que você faça parte do 1% da população que tem doença celíaca, ou seja, que tem alergia a glúten e realmente é incapaz de digerir a proteína, a maioria dos cientistas concorda que eliminar glúten da sua alimentação não traz nenhum benefício e pode, inclusive, fazer mal. Aliás, até Peter Gibson, o cientista que levantou pela primeira vez a hipótese de que uma dieta sem glúten poderia ser benéfica, já voltou atrás.
Em 2011, ele publicou um estudo que ligava problemas gastrointestinais com o consumo de glúten e é daí que veio essa onda de auto-diagnósticos de 'intolerância ao glúten'. Gibson tentou repetir o experimento pra verificar os mesmos resultados, mas não rolou. Grupos de voluntários que se diziam 'intolerantes a glúten' foram alimentados com diferentes dietas, que variavam entre rica em glúten, sem a substância e placebo, e o estudo observou que todo mundo reportou dor de estômago, gases e náusea, inclusive aqueles que receberam placebo.
Ou seja: tá liberado. E o que é o glúten, afinal? Não é nada demais: trata-se de um conjunto de proteínas encontrados no trigo, na cevada, no centeio e em outros grãos. É ele que dá aquela consistência elástica (e deliciosa) ao pão que comemos todo dia de manhã.
Se você entende inglês, esse vídeo esclarece um pouco do que é o glúten e quão inofensivo ele é:"
>> http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2014/05/eliminar-gluten-nao-traz-beneficio-para-pessoas-saudaveis.html

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Glúten faz mal? Entenda a ciência do que há por trás da moda dietista atual

O site da ABC News perguntou a especialistas se tirar o glúten da dieta faz bem; veja o que elas responderam

 Uma dieta sem glúten já foi limitada a quem tem intolerância à substância, mas hoje muitos aderem ao hábito para cuidar da saúde. No entanto, será que todas essas pessoas sabem o que isso significa? Talvez nem todas saibam o que é o glúten: uma mistura de proteínas encontrada no trigo, cevada e aveia. Fica a primeira dica.

O site da ABC News listou 5 mitos sobre o glúten para quem sempre teve dúvidas mas tinha vergonha de perguntar. 

Glúten engorda
Segundo a nutricionista Kristen Kirkpatrick, da Clínica Cleveland, o mito mais comum é achar que cortar o glúten é sinônimo de emagrecimento. "Ele não engorda. Calorias engordam, tanto se vierem do arroz integral, que não tem glúten, como se for ingerida em pão branco", disse.
Na verdade, pães sem glúten podem conter até mais calorias do que o pão normal. "Comidas sem glúten podem conter mais açúcar ou calorias para ajudar no sabor, para compensar a falta do glúten", disse Kelly Thomsen, do Vanderbilt University Medical Center.
O que pode acontecer é de as pessoas que desejam cortar o glúten da dieta começarem a ler mais as embalagens e rótulos, escolhendo melhor o que consomem. 

Glúten não deve fazer parte de "dietas limpas"
Não existe definição para essa expressão, o que seria uma "dieta limpa". O mais perto que se pode inferir é consumir o máximo de alimentos naturais.
Por isso, uma dieta limpa pode conter glúten ou não. "Existe péssimas dietas sem glúten, assim como péssimas dietas vegetarianas", disse Kristen.
Só lembrando: batatas-fritas não contêm glúten e são vegetarianas,
Glúten faz mal
Kelly Thompsen diz que as pessoas vivem dizendo que querem diminuir a quantidade de glúten que ingerem, mas que isso é uma escolha ineficaz (e cara) para quem não tem intolerância. "Não há nada ruim com o glúten", disse.
O glúten sozinho não traz muitos benefícios, mas ele é encontrado em alimentos, como grãos inteiros, que trazem mais fibra e muitas vitaminas B, zinco e ferro. Por isso, cortar esses alimentos pode levar a uma ineficiência de nutrientes.
Por isso os celíacos precisam de acompanhamento especializado para não faltar nada em sua dieta.
Você não pode ingerir glúten
As pessoas com intolerâncias a glúten são os celíacos, e são minoria da população.
Quando um celíaco ingere a proteína, isso afeta o intestino, impedindo que ele absorva nutrientes da comida. A doença afeta cerca de 1% da população e pode ser diagnosticada com um exame de sangue.
Os sintomas podem variar de fadiga a diarreia, até problemas de fertilidade e dores nas juntas. O único "remédio" é uma dieta sem glúten.
Se você acha que tem intolerância, não pare de comer glúten antes de ver um médico, alerta Kelly Thompsen. Isso pode levar a um diagnóstico falso-positivo.
Glúten dá câncer
Para a maioria da população, isso é completamente falso. A ingestão de glúten não aumenta os riscos de desenvolvimento de câncer.
No entanto, segundo Kelly Thompson, complicações a longo prazo de quem tem a doença celíaca podem incluir câncer no intestino.


Pesquisa: Você sabe o que é glúten?
 

Recomendo a todos que consumam glúten regularmente, quanto mais carboidratos, melhor.

Programas de TV Australiano questionando a eficácia de estatinas em doenças cardiovasculares e questionando gordura saturada foram retirados do ar

Bomba! Programa que questionava os malefícios da gordura saturada é retirado do ar!






Dr MaryAnne Demasi: Catalyst presenter.


A rede ABC retirou do ar dois episódios do ar do programa Catalyst de seu website após eles acharem que o programa estava imparcial.

O episódio alegava que as estatinas eram tóxicas e que o link causal entre a gordura saturada e colesterol e doença cardiaca era o maior mito da história médica.

O programa foi repudiado por diversas autoridades médicas, por não representar a realidade e assustar as pessoas de medicações que podem salvar vidas.

Portanto, cuidado! Se você segue a seita low carb fique atento! Dietas ricas em gordura saturada são prejudiciais a saúde e podem matar!

http://www.theage.com.au/national/health/abc-will-take-down-two-controversial-catalyst-episodes-on-heart-disease-20140512-zra0y.html

domingo, 11 de maio de 2014

"Vivemos hoje um terrorismo nutricional. As pessoas não sabem mais o que comer", diz Sophie Deram

Emagrecer sem dieta, sem cortar grupos alimentares e "celebrando a comida sem medo e sem culpa". Parece sonho, mas é o que defende a nutricionista. Para Sophie Deram, dietas só engordam a longo prazo

Foto: Divulgação
Sophie é francesa e brasileira e pesquisa obesidade infantil, nutrigenômica, transtornos alimentares e neurociência do comportamento.
Sophie Deram não é uma nutricionista convencional. Para começar, ela é contra dietas. Para essa francesa e brasileira, doutora em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina da USP, dietas restritivas só estressam o corpo e fazem o cérebro alterar o metabolismo e o apetite, fazendo você engordar ainda mais a longo prazo. Especialista em obesidade infantil e transtornos alimentares, Sophie, que também é chefe de cozinha, estuda neurociência e nutrigenômica - a ciência que mostra como os alimentos “conversam” com nossos genes. Ela defende uma forma libertadora de lidar com a comida: o “comer consciente”, que permite ter saúde e peso estável tendo prazer à mesa e comendo de tudo - até mesmo doces e fast food!

A senhora é uma nutricionista contra dietas?
Eu sou muito contra dieta (risos). E quanto mais eu estudo, mais fico contra. Uma das coisas que mais assusta e estressa o cérebro é fazer uma dieta muito restritiva. O cérebro a percebe como um grande perigo e vai desenvolver mecanismos de adaptação. Ele vai aumentar o seu apetite, diminuir seu metabolismo e deixar você mais obcecado por alimento.

É por isso que tantos voltam a engordar?
A curto prazo, a dieta vai funcionar. Só que o cérebro vai desenvolver mecanismos de adaptação, vai ‘ligar’ os genes do apetite e do armazenamento de gordura. A ciência mostra que 90% a 95% das pessoas que fazem uma dieta muito restritiva voltam a engordar, não só tudo de novo, mas ainda mais. Pelo menos 30% de quem faz dieta engorda mais do que perdeu com ela. O interessante é que, depois de uma dieta, o apetite de uma pessoa aumenta por até um ano após ela ter voltado a comer normalmente. E o risco de desenvolver compulsão é até 18 vezes maior depois de uma dieta restritiva. Os maiores transtornos alimentares (como bulimia e anorexia) que a gente trata começaram com uma dieta.

Então, qual a solução?
Primeiro, não enxergar o peso como a causa do problema, para não trabalhar só sobre a consequência. É preciso entender porque você engordou. Pode ser emocional, por fazer dieta, por comer de maneira não muito saudável, pode ser um medicamento que você está tomando ou uma fase de vida – a menopausa e pré-menopausa, por exemplo, são momentos muito sensíveis para a mulher.

O que é o “terrorismo nutricional” que a senhora afirma que vivemos?
Hoje estamos focando no alimento de um jeito muito simplificado: ou o alimento é bom ou é ruim. Esse engorda e aquele emagrece. Não existe isso. Nenhum alimento por si só vai fazer engordar ou emagrecer. Quando você só foca nas calorias e nos alimentos, você esquece de escutar o seu corpo. Você não responde mais à fome ou à saciedade. Você só responde com terrorismo ao que você está comendo. Comer vira uma coisa estressante. E uma culpa.

Dá para acabar com essa culpa?
Uma das coisas que eu trabalho muito no consultório é recuperar a sensação de fome e saciedade e o comer sem culpa. Nosso corpo é totalmente habituado a todo tipo de alimento. Claro que algumas pessoas têm problemas ou alergias, e isso tem que ser tratado. Mas colocar uma população inteira sem açúcar, sem glúten ou sem lactose é uma loucura! O terrorismo é esse: cada vez mais as pessoas não sabem o que comer. Acham que controlando o que elas estão comendo vão emagrecer. Na verdade, estão cada vez mais estressadas e com maior risco de ganho de peso.

Mas há dietas restritivas famosas que cortam glúten ou proteína e dão certo. Também não são recomendadas?
Para uma pessoa que tem doença celíaca, eu vou recomendar uma dieta sem glúten. Mas para uma pessoa que está bem, só porque ela quer perder peso, isso afeta muito a sua relação com os alimentos. Vira um inferno. Tirar o glúten é uma coisa muito difícil, muito estressante. Claro que a pessoa vai perder peso, e é por isso que está na moda. Só que, infelizmente, isso só aumenta aquele terrorismo nutricional. Em geral, cortar um grupo alimentar não é adequado. Somos onívoros, ou seja, animais que comem de tudo. Quando você corta um grupo alimentar, você assusta o seu corpo. Ele vai desenvolver adaptações que podem fazer você engodar mais a longo prazo.

Por que é tão importante acabar com essa culpa ao comer?
Quando você está com muita culpa, sofrendo muito terrorismo nutricional, você pode engordar, porque está estressado, em desequilíbrio diante da alimentação. Isso pode afetar o cérebro e “ligar” genes que vão fazer você engordar mais. Mas é bom lembrar que tem obesos que comem superbem. É bom não fazer discriminação. Pode ser um estresse na vida que aciona um mecanismo de proteção. A gordura era uma proteção contra a falta de alimentos e o nosso cérebro ainda pensa assim. Se você estressa muito o seu corpo, se fica sem comer, se corta carboidrato, ele reage aumentando a produção de gordura. Quando você está comendo com prazer, sem culpa, você come menos porque vai ficar satisfeito e não engole a comida. E também vai ter uma digestão diferente do que se comer com rapidez, com culpa, com estresse.

A senhora é contra os produtos light e diet?
Não sou contra. O que eu acho importante é mostrar que eles não são necessariamente interessantes para emagrecer. Para fazer produtos light e diet, a indústria fez uma troca. Tiraram parte da gordura, o que deixa ele sem gosto, e colocaram carboidratos. Açúcar, amido modificado, xarope de açúcar, todos esses carboidratos, dão bastante prazer no cérebro. A gordura tem 9 calorias por grama, mas o açúcar só 4. Então, o produto fica com menos calorias, mas não necessariamente mais interessante do ponto de vista da saciedade. E também pode ter um efeito diferente no metabolismo.

Então seria melhor comer algo que você goste em porções menores?
Na dúvida, o é melhor pegar o alimento mais ‘in natura’ possível. Não estou dizendo orgânico, estou dizendo mais natural. Em vez de comer o iogurte light ou diet de morando, por exemplo, a opção que eu acho mais saudável seria o iogurte natural junto com o morango e um pouquinho de açúcar. É um alimento mais verdadeiro.

Mas como, então, emagrecer?
Primeiro, é preciso ter excesso de peso e nem todo mundo tem. Pessoas que estão com peso saudável e que querem emagrecer mais vão assustar o corpo. Essa preocupação de emagrecer é muito exagerada hoje. As pessoas estão muito focadas nisso. É “bom dia, você emagreceu” ou “você engordou”. Antes se falava do tempo! Uma pena. Mas uma pessoa que tem sobrepeso precisa saber que não há uma solução só. As dietas hoje dão a mesma solução para todo mundo. Isso não dá certo. Cada um tem um metabolismo, uma história, uma razão diferente para o sobrepeso. Mas uma dica interessante é essa: comer mais alimentos verdadeiros.

Ou seja, menos industrializado.
Isso, menos industrializados. E não estou dizendo que sou contra alimentos industrializados. Sou engenheira agrônoma, trabalhei em indústria, e acho que eles ajudam muito no dia a dia. Mas, quando puder, cozinhe, prepare o prato em casa, coma alimentos que vêm da natureza e tente evitar essa preocupação de dieta. Isso está fazendo com que ninguém coma junto. Sei de pessoas que levam marmita para eventos sociais. A gente está cada vez mais com esse terrorismo da nutrição. Se você volta a comer alimentos verdadeiros, para os quais a gente foi adaptado, você não deveria ter essa preocupação de calorias, de engordar. O que você deveria ter é uma consciência maior de como está se sentindo. Estou com fome? Vou comer. Estou sem fome? Vou parar de comer! Alguém que está respondendo bem a essas perguntas chega a um peso saudável. É o que em inglês se chama “mindful eating”, o comer consciente. É um bom jeito de emagrecer de maneira suave e para a vida inteira.

O comportamento alimentar é tão importante quanto o que se come?
O “mindful eating” é totalmente isso. Pesquisas com crianças mostram que se você cuidar mais do ambiente, sem falar do que ela está comendo, ela vai ter menos risco de engordar. Não é só o que você come. É também como você está comendo. Ter um comportamento adequado à fome é comer de maneira consciente. E se, ainda, você consegue comer com prazer e sem culpa, você será supersaudável. E comer com prazer não é comer com gula. É diferente. Não é liberar tudo. É comer devagar, o alimento que você gosta, saboreando e sem estresse.

Comer fora é mais difícil...
Na rua, a tentação é grande. Então também temos que comer devagar para perceber quando estamos satisfeitos. E quando isso acontecer antes do fim do prato, não precisa comer a porção inteira. Escute o corpo. Não é só porque está pagando um preço fixo, numa churrascaria, que você tem que se entupir de comida. Aproveite o momento com os amigos, converse, sinta o alimento. Não existe nenhum alimento ruim. O que existe são alimentos mais interessantes do que outros.

Hoje, muita gente se diz viciada em doces e fast food. Como elas podem comer de forma mais saudável?
Primeiro, se conscientizar de que esse vício é real. Esses alimentos focam no nosso cérebro e podem viciar mesmo. Mas é possível mudar. Não fazendo dieta restritiva. O que eu aconselho é incluir, cada vez mais, alimentos verdadeiros. Eu nunca retiro alimentos de ninguém porque isso é muito frustrante. O que trabalho é uma atitude positiva. Pode comer de tudo, mas inclua mais legumes, mais arroz, mais feijão. Tome mais água, evite o excesso de bebidas doces, tanto refrigerantes quanto sucos. E aí a pessoa, sozinha, consegue se livrar desse vício. Tenho pacientes adolescentes que saíram da obesidade sem deixar de ir ao Mc Donald’s com os amigos. Isso faz parte da vida do adolescente. É um erro tirar isso dele. Mas quando você inclui os alimentos verdadeiros, automaticamente, você vai comer menos dos outros.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Quer emagrecer? Coma doces no café da manhã


"Tem gente que se esforça horrores para emagrecer: passa a comprar tudo na versão light, deixa de comer doces. Aí sofre um monte com as restrições. O pior é quando o resultado não vem… Mas, fiquem vocês sabendo, esse pessoal está fazendo tudo errado. Para quem quer mesmo emagrecer, a ciência dá uma dica deliciosa: coma doces no café da manhã.
Uma equipe de médicos israelenses, da Universidade de Tel Aviv, separou 193 pacientes obesos em dois grupos: um teria de comer um café da manhã moderado, com 300 calorias, enquanto o outro poderia consumir o dobro de calorias – com direto a uma sobremesa. Mas, no fim do dia, todos comeriam a mesma quantidade de calorias.
Oito meses depois do início da dieta, cada participante já tinha perdido 15 quilos. Mas, nos outro oito meses seguintes, o grupo que comia doce pela manhã se deu melhor: eles PERDERAM mais 6,8 quilos, enquanto os outros GANHARAM 10 quilos. Ou seja, ao final do regime, quem comeu uma sobremesa logo cedo conseguiu perder mais de 20 quilos. Já aqueles que abandonaram os doces emagreceram 5 míseros quilos.
“Os participantes da dieta com pouco carboidrato tiveram se sentiam menos satisfeitos, como se ainda estivessem com fome”, conta a pesquisadora Daniela, Jakubowicz. Insatisfeitos, esse pessoal aproveitava para assaltar a geladeira e comer guloseimas fora de hora. Já os outros saciavam a vontade de doce e não burlavam a dieta – e o melhor horário para exagerar nas gordices é mesmo de manhã, quando o metabolismo trabalha mais rápido.
Boa notícia, né? Divirta-se.
Crédito da foto: flickr.com/lacapsula"

http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/quer-emagrecer-coma-doces-no-cafe-da-manha/

Receita Paleo Low Carb

Inglês guarda placenta após esposa dar à luz e a come

Será que pode virar tendência na culinária Paleo / Low carb? Bem, Nick Baines parece ter inaugurado um estilo gastronômico bem peculiar - e, provavelmente, nauseante para muitos. O jornalista inglês do "Guardian" guardou a placenta da esposa após ela dar à luz. Depois, pôs o material na frigideira, fritou a placenta e fez dela recheio para um taco mexicano.

Além do taco, Nick usou parte da placenta crua para bater um milk shake, com banana e água de coco.
"O shake fez com que em me lembrasse do cheiro da sala de parto(...) Mas a placenta no taco ficou muito boa", afirmou o jornalista, que relatou a exótica experiência no site do "Guardian".
Reprodução/'The Guardian'

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Pesquisa sobre o mito da vantagem metabólica em dietas baixas em carboidratos (low carb)

Esta pesquisa seu médico dietista low carb não toca no assunto.

Feita pelo Dr Sears em 2006 onde mostra que dietas cetogênicas não possuem nenhum tipo de vantagem metabólica.


Alguns pontos da pesquisa:

Dietas baixas em carboidratos podem promover maior perda de peso que dietas convencionais baixas em gordura.

Dietas cetogênicas estão associadas com diversos efeitos metabólicos e emocionais.

Um participante desenvolveu arritmia cardíaca durante a primeira semana na dieta cetogênica e teve que sair do estudo.

No final das 6 semanas de estudo, a perda de peso não diferenciou significamente entre o grupo cetogênico e o não cetogênico.

Dietas que restringem carboidratos estão associadas com fadiga e vigor reduzido em resposta a exercícios, significamente mais que dietas ricas em carboidratos.

Paciente devem saber que não há nenhuma vantagem metabólica aparente associada com cetose durante a dieta.


Interessante, não?

Dietas cetogênicas podem fazer você emagrecer, porém a custas de sua saúde. Opte sempre por uma dieta rica em carboidratos e baixa em gorduras.

domingo, 4 de maio de 2014

Dr Atkins desbancado por Dr Dean Ornish

Debate realizado em Fevereiro de 2000, com médicos autores de livros sobre dietas:

1. Dr Robert Atkins (Atkins diet).
2. Dr Berry Sears (Zone diet).
3. Dr Morris Bethea (Sugar-Busters diet).
4. Dr Keith-Thomas Ayoob (Representative from the American Dietetic Association).
5. Dr Denise Bruner (Representative from the American Society of Bariatric Physicians).
6. Dr John McDougall (McDougall diet).
7. Dr Dean Ornish (Ornish diet).

 Fica claro que dietas ricas em proteína como Atkins, Paleo e outras vertentes são danosas a sua saúde, faltam respaldo científico e são responsáveis pelo entupimento de arterias e outros problemas de saúde.




sábado, 12 de abril de 2014

Australiana desbanca teoria de que carboidratos causam obesidade

Guru da dieta diz comer até 51 bananas por dia!

Foto: Divulgação/Freelee the Banana Girl
Freelee (foto acima) se tornou uma espécie de guru da dieta no YouTube. Ganhou o apelido de Banana Girl (Garota da Banana) por causa da forma física com baixíssimo nível de gordura e da dieta que ela defende. A australiana chega a comer nada menos que 51 bananas em apenas um dia!

E a dieta pode assustar os mais conservadores. Freelee ingere entre 2.000 e 5.000 calorias diariamente. A estratégia é monótona: ela consome em um dia grande quantidade da mesma fruta: dois abacaxis inteiros ou cinco mangas, dois litros de suco de laranja natural, 1,4 quilo de damasco e, obviamente, as bananas! Isto até 16h.

Para complementar o dia, Freelee come uma refeição: novamente, um único ingrediente em larga escala - como 3,5 quilos de batata assada no forno.
Foto: Divulgação/Freelee the Banana Girl
"Você não tem que comer tantas bananas. Estou só tentando mostrar a você que tem que comer bastante para ficar magra", diz ela em um tutorial bem popular no YouTube.

A australiana disse que, desde que começou a dieta, perdeu 18 quilos e a silhueta fofinha.
Assista aqui a um vídeo de Freelee

quarta-feira, 5 de março de 2014

Dieta rica em proteína pode encurtar a vida, diz estudo

Muito interessante a matéria que saiu hoje, constatando os perigos das dietas ideológicas modernas conhecidas como Paleo/Primal.

Aproveito para então lançar uma nova campanha do movimento Sustância Diet:
Mais farinha e menos carne!

Dieta rica em proteína pode encurtar a vida, diz estudo

Segundo pesquisa, pessoas abaixo de 65 anos que consomem muita proteína têm maior risco de mortalidade por câncer e diabetes

Proteína animal pode elevar risco de morte em pessoas com menos de 65 anos
Proteína animal pode elevar risco de morte em pessoas com menos de 65 anos (Thinkstock)
Uma dieta rica em proteína animal – ou seja, com muita ingestão de carne, ovos, leite e queijo – pode encurtar a vida de uma pessoa e ser tão prejudicial à saúde quanto fumar, concluíram pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles, nos Estados Unidos. De acordo com esse estudo, o risco de mortalidade é maior em pessoas de até 65 anos.
A pesquisa se baseou nos dados de 6.831 adultos que haviam participado de um estudo nacional de saúde nos Estados Unidos. Os autores analisaram a relação entre hábitos alimentares e risco de morte entre os voluntários. As conclusões foram publicadas nesta terça-feira no periódico Cell Metabolism.
Leia também:
​A receita da longevidade: sete atitudes para viver mais e melhor

Segundo os resultados, os participantes na faixa dos 50 anos que consumiam muita proteína (mais de 20% das calorias totais ingeridas no dia) tiveram um risco quatro vezes maior de morrer por câncer ou diabetes e o dobro de chance de morte por qualquer outra causa em um período de 18 anos em comparação com quem ingeria menos proteína.
No entanto, os pesquisadores perceberam que esses efeitos nocivos podem ser reduzidos – e até eliminados – quando a proteína consumida na dieta vinha principalmente de fontes vegetais, como do feijão e de leguminosas.
Diferença de idade — Os pesquisadores ainda descobriram que os efeitos da alta ingestão de proteína são inversos em pessoas com mais de 65 anos. De acordo com o estudo, quem come muita proteína nessa faixa etária pode reduzir em 28% o risco de morte por qualquer causa e em 60% o risco de morte por câncer em um período de 18 anos.
O estudo intensifica o debate em torno de dietas famosas que recomendam a ingestão de muita proteína e pouco carboidrato, mostrando que esse tipo de alimentação pode ter graves consequências à saúde a longo prazo.
Leia também:
Dieta rica em proteína animal aumenta risco de diabetes
Dieta rica em proteína e com restrição a carboidratos prejudica saúde cardíaca da mulher

Consumo ideal — Valter Longo, diretor do Instituto da Longevidade da Universidade do Sul da Califórnia, disse ao jornal britânico The Guardian que uma pessoa deve consumir até 800 miligramas de proteína para cada quilo de seu peso corporal. Ou seja, quem pesa 60 quilos deve ingerir, no máximo, 48 gramas de proteína por dia, o equivalente a um pedaço de frango. Segundo ele, a proteína deve representar entre 9% e 10% das calorias totais ingeridas num dia, e o ideal é que a maior parte seja de origem vegetal.
Como a pesquisa é observacional – ou seja, baseada em estatísticas, sem comprovar de que forma a proteína afeta o organismo – é preciso cautela na hora de interpretar os resultados. Outros estudos mais aprofundados, com pesquisas clínicas, ainda precisam ser feitos para comprovar essas conclusões.

http://veja.abril.com.br/noticia/saude/dieta-rica-em-proteina-pode-encurtar-a-vida-diz-estudo

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Gêmeos fazem experiência dietista por um mês - Gordura versus Açúcar

Gordura Vs Açúcar - Qual é o pior?


Irmãos gêmeos decidem fazer uma experiência radical dietista por um mês para saber qual o pior, gordura ou açúcar. O resultado do experimento foi que o irmão que fez a dieta baseada em gordura estava queimando músculos como energia e no final foi quem mais perdeu massa magra, como também estava quase pré-diabético no final da experiência, além de apresentar problemas de memória e falta de energia para se exercitar.

E você ainda acredita que low carb é vantagem ???

Link da matéria:
http://www.dailymail.co.uk/health/article-2546975/One-twin-gave-sugar-gave-fat-Their-experiment-change-YOUR-life.html

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Café Paleo, A fonte de energia dos paleolíticos

A receita original do café feito pelos membros da seita Paleo / Primal

Atenção: Não tente isso em casa. Risco de morte instantânea por infarto !